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Curadoria digital

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El objetivo de la obra es —en palabras de los propios autores— ofrecer «una aproximación que permita al lector hacerse una idea clara de a qué nos referimos cuando hablamos de PLE, qué importancia tienen para la educación, qué implicaciones tienen en el ámbito de la practica educativa y cómo toman cuerpo en la realidad esos entornos.»
Pasa sacar a la luz esta realidad, los coordinadores presentan la obra dividida en dos partes claramente diferenciadas que permitan obtener una visión tanto teórica como práctica de la misma, en la que definen PLE como «…el conjunto de herramientas, fuentes de información, conexiones y actividades que cada persona utiliza de forma asidua para aprender» (Adell y Castañeda, 2010). Es decir, continúan los autores, «el PLE de las personas se configura por los procesos, experiencias y estrategias que el aprendiz puede —y debe— poner en marcha para aprender y, en las actuales condiciones sociales y culturales, está determinado por las posibilidades que las tecnologías abren y potencian» (Adell y Castañeda, 2013, 15). Así, los coordinadores presentan en los capítulos iniciales un acercamiento al concepto y contexto de los PLE. En el capítulo 1, además de ofrecer una definición, se analiza el contexto en el que surgen los PLE, su evolución y papel en las nuevas corrientes pedagógicas del siglo XXI. En el capítulo 2, se presentan las teorías y propuestas educativas que sustentan estos entornos personales de aprendizaje, denominadas pedagogías emergentes y que van desde el conectivismo, el aprendizaje emergente de la teoría de la complejidad pasando por la heutagogía o teoría del aprendizaje libre o la teoría LaaN-learning as a Network. (...)

 

 

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Três fases do processo de preservação da Web

 

A actividade de preservar os sítios Web institucionais e pessoais está ao alcance de todos. Para além das tecnologias envolvidas, o mais importante é a avaliação humana devido a aspetos que escapam aos processos automáticos. Por exemplo, verificar se o replay de um sítio Web reproduz fielmente o original, se faltam elementos ou se é necessário expandir a recolha a outras páginas.

O Webrecorder, aplicação do projecto Rhizome, disponível online, permite experimentar o processo de recolha e armazenamento e replay e, desta forma, um exercício completo da curadoria digital.  

Preservar as páginas das redes sociais

Todo o tipo de sites e páginas pode ser preservado, incluindo as de uma instituição nas redes sociais. Pode recorrer-se à aplicação Webrecorder para mostrar como, no contexto institucional ou pessoal, é possível tomar em mãos a tarefa de preservar a os conteúdos produzidos ao longo do tempo.

Consultar na fonte, para saber mais.

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A literacia mediática, a rede de aprendizagem e a curadoria de conteúdos estão intimamente ligadas. São competências básicas (obrigatórias) do professor e de qualquer profissional do século XXI que se quer manter atualizado, num mundo em mudança acelerada.

Se um professor não tem a capacidade de se autoformar, de aprender, quem a terá? Hoje mais importante do que aquilo que se sabe quando se tira uma licenciatura ou qualquer outro título académico é a capacidade de continuar a aprender.

Esta é cada vez mais uma exigência da sociedade atual. É, por isso, fundamental que os professores sejam capazes de se autoformar ao longo da vida, só assim podem formar alunos com essa mesma capacidade. A Escola deve ensinar com os media e para os media, com a Web.

Ou não aprendessemos nós 70% do que sabemos em redes informais, desde que nascemos. A missão da Escola mantém-se e reforça-se: transformar a informação em conhecimento.

É uma oportunidade para aproximar os alunos da escola, e esta da sociedade, favorecendo aquele que deve ser o novo papel do professor. O professor já só está sozinho na sala de aula se quiser.

É o tempo da biblioteca escolar sair de portas, alargar o seu âmbito e entrar na sala de aula, assumindo-se como o centro difusor do saber na Escola e na comunidade educativa. A par disto, complementarmente, deve contribuir para a criação de um ambiente escolar que promova a cultura do saber. Como fazê-lo? Estas foram algumas das ideias apresentadas e desenvolvidas nesta comunicação.

"As bibliotecas na era digital não são avaliadas tanto pela dimensão da coleção, mas mais pelo efeito que os recursos a que é possível aceder têm nos utilizadores, isto é, no caso das bibliotecas escolares, da dimensão do efeito que têm na melhoria da aprendizagem, o quanto influenciam e apoiam a educação e a preparação para a vida: a qualidade da biblioteca mede-se pelos serviços e conhecimento que fornecem à comunidade de utilizadores."

Chadwell, 2012

The Puzzles Librarians Need to Solve, Lee Rainie (2016)

 

Informação retirada da apresentação "Flexibilizar o currículo: qual o papel das Bibliotecas Escolares?" de Ana Paula Ferreira

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Fonte |

 

La curation de contenus est une pratique qui s’est diffusée depuis quelques années : une utilisation « qui consiste à sélectionner, éditer et partager les contenus les plus pertinents du Web pour une requête ou un sujet donné ». Phase en aval dans un processus de veille, la curation a l’avantage de considérer que les articles, médias et données recherchées et identifiées doivent être mis à disposition en mode ouvert ou partagé sous une forme aisément consultable.

Savoirs CDI (site de ressources professionnelles pour les enseignants-documentalistes) propose un dossier (publié en juin 2014) sur la curation en contexte pédagogique.

La curation pour apprendre : Mode d’emploi

Ce document propose une approche pratique, méthodologique et de réflexion sur les pratiques possibles et le visage pluriel de la curation avec des outils sélectionnés (Paper.li, Scoop-It, Pinterest, Pearltrees, Storify), ressources et liens externes. Des exemples de dispositifs pédagogiques. La vision de ce dossier est aussi bien critique, explicative et donne envie de mettre en place des ateliers aussi bien à l’école, en EPN ou d’autres situations d’apprentissage.

Sommaire du dossier Curation

 

 

 

 

 

 

 

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